AMAN75-83
O tema é: Contrarrevolução

50 Anos da CONTRARREVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA DE 1964 - II

Por: NEY DE OLIVEIRA WASZAK - CEL
Em: 18 de MARÇO de 2014

Minha turma de AMAN é de 75, e apesar de termos sido bem preparados para combater a guerrilha, em nosso País, ao sair Aspirante já não havia combate.

Os exemplos, como do Cel Ustra, Cel Lício, Ten Vargas e outros militares e civis combatendo e vencendo, são caros para todos os brasileiros que enaltecem sua Pátria.

Como militar sinto vergonha do comandante do Exército que não assume sua responsabilidade e não protege seus subordinados, conforme é previsto em nossos regulamentos e no Estatuto dos Militares, que é lei.

Sempre ouvi que o militar pode cometer qualquer transgressão, somente não é aceitável a mentira, a omissão e a covardia.

O que vejo hoje é nosso Brasil ser governado por quem desejava fazer daqui um satélite da União Soviética. Foram combatidos pelos heróis mencionados acima, foram anistiados e não mortos como deveriam ter sido, para seguir o exemplo do seu lide Fidel.

Nos governos chamados da Nova República, iniciou-se a tentativa de anular as Forças Armadas (FFAA), principalmente o Exército, o último Ministro do Exército e os sucessivos comandantes simplesmente se abaixaram e covardemente pressionaram os subordinados para mantê-los sob controle.

A submissão covarde ou conluio para se obter alguma benesse particular, chegou ao ponto de aceitar que se retirasse de nossas datas comemorativas o 31 de março.

Em qualquer das opções acima caberia ao segundo em comando assumir e determinar a prisão do militar que não cumpre as leis e os regulamentos, não é isso que aprendemos?

Eu não aguento mais ficar sendo chamado de torturador, ora julgar fatos de um momento historio em outro, não é inteligente. Houve tortura, acredito que sim, apesar de não ser doutrina, mas se para evitar que explodisse a bomba em Guararapes, que o assassinato do soldado Kezel, ou do Cap Chandler, eu mesmo torturaria, pergunte às famílias das vítimas o que pensam. Torturar terrorista que mata gente inocente em prol de salvá-las é meritório.

Não foi o Exército que provocou a guerra, formam pseudos brasileiros que à soldo da União soviética e Cuba, que vendo seu objetivo, com João Goulart, ir por terra trouxeram o terrorismo para nosso território, diga-se que preparado desde 1960, isto é, antes da Contrarrevolução Democrática, e querem respeito e direitos humanos?

Brasil!

O Comando do Exército não pode nos deixar desamparados.

O Braço Forte, Mão Amiga deve mostrar que não é somente uma frase de efeito.